quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mundo Negro - O Rappa
Oh oh oh oh sound power
Oh Oh Oh Oh
Essa história começa mais ou menos assim:
Que bloco é esse?
Eu quero saber.
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você).
Que bloco é esse?
Eu quero saber.
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você).
Somo crioulo doido e somo bem legal.
Temos cabelo duro é só no black power
Somo crioulo doido e somo bem legal
Temos cabelo duro é só no black power.
Que bloco é esse?
Eu quero saber.
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você).
Que bloco é esse?
Eu quero saber.
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você).
Branco, se você soubesse o valor que o preto tem.
Tu tomavas banho de piche, branco e, ficava preto também.
E não te ensino a minha malandragem.
Nem tão pouco minha filosofia, porquê?
Quem dá luz a cego é bengala branca em Santa Luzia.
Meu Deus
Que bloco é esse?
Eu quero saber.
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você)
.Que bloco é esse?
Eu quero saber.
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você).Vai!
Oh oh oh oh Oh oh oh oh Oh oh oh ohOh Oh Oh Oh Oh Oh
Essa história se resolve a bateria e voz
Que bloco é esse?
Eu quero saber
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você)
Que bloco é esse?
Eu quero saber?
É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você).
Consumidor é espancado no Carrefour em São Paulo
O Carrefour foi protagonista de uma história revoltante... Um cidadão de bem aguardava sua esposa sair do supermercado com as compras encostado em seu próprio carro onde sua filhinha dormia. Até aí seria uma cena normal em família senão fosse interrompida pela truculência dos vigilantes da rede varejista. O consumidor foi abordado, humilhado e espancado pela segurança do Carrefour que o acusou de ser ladrão e de ter várias passagens pela polícia. O homem tentou avisar que não era nada daquilo, mas não adiantou já que foi covardemente agredido por ter sido confundido com um criminoso. A imprensa afirma que o espancamento só ocorreu porque o chefe de família era negro. Caso isso seja verdade é um absurdo que até hoje as pessoas façam distinção devido a cor da pele e pior tenham atitudes agressivas. Desde quando ser negro é sinônimo de mau caratismo e de banditismo? Vale lembrar que o Brasil é um país mestiço por natureza portanto antes de cometer algum tipo de "racismo", os vigilantes do Carrefour deveriam ter pensado que isso poderia ter acontecido a um parente deles. Deveriam ter lembrado principalmente que todos os homens são iguais perante a lei e que todos são inocentes até que se prove o contrário. Valores básicos que qualquer pessoa conhece. Somos todos irmãos porque somos filhos de Deus isso já é suficiente para que tratemos o próximo com dignidade e respeito!quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Chega de fumaça!!!
Nesta segunda-feira, dia 17, o governador Sérgio Cabral assinou a Lei Áurea para os Não-Fumantes mais conhecida como Lei Antifumo. A medida vale para todo o estado e será posta em prática em 90 dias após a publicação.terça-feira, 18 de agosto de 2009
Sobre Fé e religiosidade
Todos os ataques televisivos entre Globo e Record sobre desvios de dinheiro de fiéis da Universal para bens privados dos pastores e da instituição igreja me fizeram pensar um pouco sobre fé e religiosidade.Do meu dicionário comprado durante o primário (proveniente de uma lista de material escolar de um colégio católico) está a seguinte definição:
Me indigno com o que aconteceu na Universal, mas não foi uma decepção para mim sob essa ótica que acabo de explicar. O ser humano é dotado de defeitos (vaidade, ganância, orgulho, soberba etc...) e os líderes religiosos não são muito diferentes (claro que todo mundo é dotado de qualidades e defeitos diferentes) já que não passam de simples mortais. Deus é um sentimento superior nos corações humanos. Muitas pessoas sentem e compreendem o conceito divino desde que nasceram, mas cada uma sente de forma diferente. As religiões existem para que possamos nos religar ou colocar em prática o amor que o Senhor nos ensinou, mas infelizmente alguns fiéis (não só da Universal) acabam por misturar o conceito fé e religiosidade. Acabam indo as igrejas porque buscam e acreditam no que o homem diz e se esse homem decepcionar, o fiel acaba por culpar a Deus por tudo (e Deus tem a imagem arranhada para aquele que se decepcionou).
Bom, aqui expus minha forma de pensar, não espero caros blogueiros que vocês concordem com alguma coisa acima escrita, mas o objetivo principal desse texto é convidá-lo a reflexão sobre os conceitos fé e religiosidade! Espero ter conseguido...
Sobre o protestantismo
A Universal, que infelizmente é a vertente mais conhecida do protestantismo no Brasil por não-protestantes devido ao seu dinheiro e seus escândalos, tem uma estratégia materialista para atrair fiéis. Se algum dia , blogueiro, você tentar assistir um programa evangélico deles verá que o foco é mostrar pessoas que saíram da miséria (ex-mendigos, ex-prostitutas, ex-viciados) e mostrar a virada em suas vidas (sempre viram empresários que ostentam). O dinheiro e o materialismo são os argumentos dos pastores que tem como templo um palacete na zona norte do Rio. Chega a ser ofensivo é como um oasis no deserto. Eles creditam todo o sucesso material a graça divina e a fé humana. O discurso é sempre o mesmo: Acredite em Deus que ele te dará muito dinheiro.Mas vale a pena lembrar que esse pensamento não vem de hoje! Basta pegar um de seus livros de História e lerá que o protestantismo surgiu para que o dinheiro deixasse de ser considerado pecado (uma porta para o inferno) . Ele veio para acabar com a concentração de dinheiro nas mãos de nobres e clérigos da igreja católica. Ou seja, uma religião revolucionária, mas sob medida para os burgueses.
Não cabe a mim julgar se isso é errado ou não, mas vale a pena lembrar que a riqueza material é praticamente um valor implícito nas religiões protestantes. A Universal prioriza a riqueza material ostentada, porém muitas outras não dão o mesmo destaque, priorizam a fé, o amor e a caridade...
domingo, 16 de agosto de 2009
AXL, Walter Benjamin e o futuro da indústria fonográfica
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Démodé

Durante o trajeto Niterói – São Gonçalo, lembrei-me que havia um drops paquera na minha mochila, pra sorte minha não é?! Foi o passa-tempo da viagem já que a distância é um tanto longa! Ao tentar abrir o drops para deliciar-me com as Hard Candies procurei aquela fitinha pra puxar em volta e não encontrei... Tive que rasgar o papel todo... Fiquei puto, quase caiu a balinha de morango no chão! Quem hoje em dia quer abrir uma embalagem se não for com a fitinha? É ótima para abrir biscoito, é mais fácil... apresenta menos risco do biscoito cair ou esfarelar! Gosto de refletir sobre essas pequenas coisas e encarar que cada vez mais nos tornamos escravos do que a indústria oferece. Comodidade – pagamos para tê-la! Mas será que estamos bem servidos? Hoje em dia comodidade é um serviço oferecido por grande parte das empresas. Vemos bem isso no serviço delivery, débito automático etc. Meu pai já dizia “é a Globalização”... no seu modo mais pessimista de ver as coisas. Nos dias de hoje tudo é tão cômodo, você pode fazer quase tudo sem sair do lugar. Não é a toa que a obesidade se tornou o mal do século! Priorizamos o mais fácil e prático, desde a fitinha para abrir uma embalagem até alimentos congelados (semi-prontos) para dar conta da correria do dia-a-dia. Sei que ter o controle remoto nas mãos é maravilhoso... isso quando se tem TV à cabo, mas a vida não é só isso! É interessante sair, como diz vovó: “ver as modas”, viajar, ler um livro... pode ser aquele perdido no meio da estante.
É tentador, a tecnologia nos envolve! Um individuo socialmente ativo não vive sem computador, celular... E já que chegamos a esse ponto, que os serviços oferecidos sejam eficientes!!! Sem a fitinha não dá!